O interior do peixe

O peixe cantor é, na verdade, um robô muito simples. Ele tem a sua própria fonte de energia, sente o ambiente e atua autonomamente. Ele se move de maneira um tanto quanto complexa (um peixe cantor é, de fato, mais complicado do que alguns robôs que você encontra nas fábricas) e pode falar.


O enchimento de espuma é usado para dar forma à armação

Nas figuras seguintes, retiramos a borracha de látex da camada exterior para vermos o mecanismo interior. O que encontramos é uma armação plástica articulada por três pequenos motores de DC:


Esqueleto de plástico do peixe

O esqueleto do peixe tem três partes móveis:

  • o rabo, que se mexe para frente e para trás (na foto acima, o rabo é a parte preta à direita);
  • o corpo, que balança para fora da placa;
  • a boca, que se move de cima para baixo para simular o canto.
Aqui está um close de um dos motores:

Este motor elétrico é usado para mover o maxilar e simular o canto

Quando a energia é fornecida ao motor, o maxilar se abre. Assim que o motor pára, uma mola faz com que o maxilar se feche. Ligando e desligando o motor repetidamente, o maxilar abre e fecha, fazendo parecer que o peixe está cantando. Os três motores funcionam desse modo -movendo-se por meio da aplicação de energia, em uma direção, a parte do corpo associada e a mola o move para trás.


Este motor elétrico move a seção do rabo na batida da música. Como o motor que faz funcionar a boca, o motor do rabo faz com que o rabo saia da placa e uma mola faz com que o rabo vá para trás quando o motor pára.